Eu seriamente adoraria me sentar e apenas sorrir diante a esse mundo, observa-lo como se nada fizesse sentido, alias, como se eu não pudesse enxerga-lo da forma verdadeira, deixando o vazio humano pairar frente a meu caminho.
Mas por desgraça deste destino não consegui me tornar um destes que apenas observa sem imaginar, não pude entender por qual misero caminho deveria rastejar para assim me transformar num sujeito qualquer, sem nenhuma estória em especial. Pobres, estes que desviam seu olhar para a felicidade humana enquanto a tomada se é retirada de toda a fonte de luz.
Caminhamos cegamente pela luz, e sabemos disto, conhecemos o nosso destino rumo ao total vazio mais uma vez “humano”.
Em meus sonhos um vasto campo pode ser visto, O puro ar passeia sobre as planícies e todas as palavras são tidas como sábias, pois só aquele a quem considero puros de espírito o bastante lá habitam.
Não seria esse o céu? Não... Pois ao céu só poderão ir: hipócritas, traidores de suas próprias famílias, aqueles que mesmo repudiando a todos ainda usufruíam de seus conhecimentos básicos e avançados.
Entretanto em meu mundo, o pesadelo assim como o sonho se farão presentes, e as palavras estarão num emaranhado de desejos pelos quais o mundo deve prosperar.
Sendo assim a noite guiará o cego, e o cego por si só encontrará a sua verdade. Neste longínquo plano existencial.
Entre os bueiros dessa cidade, dentro de todos os salões sofisticados, sob a visão desta cidade... Ratos!
...
Nó Somos o Alvorecer
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