Sonhos tragados e igualmente desfeitos como fumaça
Abrimos o caminho, restituindo a velha ordem mundial.
Tempos atrás deuses dançavam sob a terra desabitada
Discutindo planos para a nova era
Sendo isto, a mais de mil séculos planejado.
Dentro de uma esfera assim como numa jaula
Uma vida embalada em doce melodia
A primeira besta deveria enfim acordar
De um longo sono, agora é tempo.
Finalmente sentira a pureza que no ar se propagava
E então sentira que há muito tempo fora abandonado por seu criador
Tempos terríveis
Em lamentos seguiu
Besta: Como deverei seguir?
Onde está seu pai? Pensando numa resolução para o nada, continuar vagando é senão sua única resposta?
Besta: toda vida meu senhor!
Voltando ao tempo em que fui agraciado pelo milagre da vida, poderosamente com o primeiro suspiro também fui amaldiçoado com a incerteza de minha insignificante existência.
É preferível a morte, pois enfadonhos são os dias e obscuras são as longas noites.
Há muito tempo me pergunto se ainda podes me ouvir meu pai, porque abandonaste a tua fera em criação?
Nenhum comentário:
Postar um comentário