domingo, 24 de janeiro de 2010

A fúria da tempestade.

A fúria da tempestade.


Fake mode off*



Mas uma vez entre muitos corpos em chamas, ergue-se o pó. a poeira que invade os meus pulmões,
trazendo uma doença para junto de meu corpo me convidando ao sono eterno!
Por estes meses meu fake tem me protegido contra os meus maiores rivais..os humanos! Eu os vi
pregando mais uma vez muitas doutrinas para com as quais só existe uma finalidade, aumentar o meu
repúdio sobre a humanidade, como disse em outrora estes homens são os meus inimigos e creio que
seus também a única diferença entre nós é que entre as chamas eu encontrei um caminho e pude
desaparecer, não precisei ingerir toda a poeira da mentira que dos ossos foi emanada!
Eu poderia dizer aqui o quanto eu os odeio e o quanto eu poderia fazer para destruir o seu
legado, mas seria em vão, os meus atos contarão muito mais do que as minhas palavras que por
ventura ainda ficaram marcadas em mentes alheias a corrupção e controle do império que é chamado
de sistema, mas quem faz o sistema? quem o criou? se não fossem os humanos, seres imundos, não
todos mas a maioria. se não fossem por eles o sistema não teria todo o seu domínio, quantos foram
os homens que caíram após uma longa batalha no inverno de suas vidas, e após os seus feitos e sua
queda, outros não tomaram o seu património e palavras? quantas condecoração foram dadas a
homens que jamais tiveram seu valor? quantos heróis ganharam medalhas sem fazer nada? como dizia
um tal sábio, o verdadeiro herói não luta por bens nem por condecorações, ele apenas luta!
Voltando ao ódio, a base de toda a loucura e talvez a minha libertação, a cada dia, a cada minuto
e segundo um coração se enche de ódio, ódio, puro ódio, sentimento repudiado pela humanidade que
teme o papel que este pode exercer sobre nós, certamente obter ódio ao extremo é difícil, mas uma
vez conseguida, o mundo não se tornará tão grande, não para aqueles que tem o desejo e vontade de
fogo! tisc... a cada palavra escrita, a cada segundo passado sinto em meu coração que perco
tempo, que gasto tempo, que jogo este tempo no lixo! embora eu pense que nem todo tempo é
perdido, e nem toda verdade é absoluta.
apenas os ideais sobrevivem, e as memórias findam o seu ciclo.


nós somos o alvorecer*

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