terça-feira, 9 de agosto de 2011

O velho e o novo espírito.

07h00min da manhã.

Terça-feira 09 de agosto de 2011.

“Todos tem que aprender de alguma maneira.”

Essa frase me cativa, talvez alivie o sentimento que há por trás, Que desde o início sempre tivera uma forte influencia sobre uma pequena vida. E mesmo conhecendo os limites de minha inexperiência algumas vezes pretendo ir além de algumas linhas de pensamento.

Estive tão perto de um feito grandioso, o perdi!

A razão para isto? Não há razão, apenas o declínio de minha imagem perante o mundo, quem sabe em algum mundo destes que os homens tanto sonham eu não possa ser também o dono do meu destino? A diferença talvez estivesse na forma de pensar, mas pensativo eu também nunca mais estive, Mais uma vez a fatalidade da vida me tirou um pedaço, agora envelheço.

Sentir-se velho é de fato mil vezes mais triste do que ser de fato. Pois mesmo não sentindo as dores causadas pelo desgaste do tempo, sua mente envelhecida espera apenas por uma pequena luz, para aquecer saudosos pensamentos.

E o que é maior do que isto se não a chuva? Pois me traga a chuva e eu demonstrarei o porquê de meu desapego por parte deste mundo... Estive caminhando por todo este tempo, fazendo contatos com pessoas que meu espírito não sente nenhum prazer de ter por perto, fingindo que tudo estivera bem... Mas em outrora quando meu espirito era forte nunca precisei disto.

Agora parte de mim está fraca, pois aprendeu a linguagem dos homens.

Cedeu ao caminho da falsidade e destruição da casa de seu espirito.

Não há honra em uma mentira, não há orgulho por detrás da mascará, pois servem apenas para esconder o quão desvirtuado você também pode ser.

E o que me trás mais uma vez aqui? Veja bem... “todos tem que aprender de alguma maneira.”

E se o pesar destas palavras fosse colocado em meus ombros, ao chão agora estaria fazendo companhia.

Pois menores foram os meus atos e maiores minhas indignações.

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