quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A caça, o caçador.

O nascimento da sombra caçadora



Acorde agora, não há mais tempo
Pois tão longe foi o rei, acometido pelo desejo de suicidio
As sombras certamente se tornaram nossos predadores
feito em lágrimas aquela foi sua última aparição
Seus Sonhos encobertos com o vermelho mortal
perdendo todo o seu orgulho para uma fortaleza de metal ao norte
Assim com o coração partido deitou-se sob a terra seca
relembrando os tempos de paz


um grito alto vindo do castelo demonstra a tristeza e ódio
Um sinal de morte foi enviado enquanto soldados partem
um a um para dizimar os poucos que ainda sobrevivem
nas margens do rio.

Rios que se cruzam, retornando ao oceano
Silêncio eterno vindo das águas
acalma-me, transforma-me.
visto minha antiga capa negra
Fundindo assim todo o meu espírito com a noite
empunho minha espada enquanto sinto a calma brisa vinda do leste
Tempos de mudança.

Batalha sangrenta sem nenhuma bandeira demonstrando seu orgulho
Perdidos e envenenados
Ainda clamando pela redenção, Caíram.
Como pequenos animais foram abatidos e destroçados
pelas sombras vindas de meu coração

sob o luar um momento de regozijo
retiro a mascara que me cobre com pecado
marca de escravidão
Enquanto ultrapasso o limite de minha prisão espiritual
Posso ouvir o som de milhares de pássaros comemorando
Ventos anunciam o renascimento de uma velha alma
Ventos anunciam a revolta proveniente da escuridão


.
"A Caça, o caçador". É uma narrativa que conta a história de um sobrevivente das guerras que em seu país tiveram início, ao decorrer desta o personagem passará a contar em suas próprias palavras o horror e desapego pelo sua raça.

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