domingo, 2 de agosto de 2009

a sociedade de amizade.





È aqui e é assim que começo o meu leal discurso sobre a sociedade que se perde cada vez mais, em tempos que eram em outrora temidos e esperados com muita tristeza, com nuvens negras sobre nossas cabeças e palavras jogadas ao vento novamente.
Uma era onde as palavras são apenas palavras, onde os homens curvaram-se diante de um falso destino, construido por outros homens que já não carregam a herança e verdade em seus corações, a chama da vida pereçe neste caminho de morto, onde todos eles se encontram, onde todos eles terminaram os seus dias, e a mim o que espera o tempo? já é chegada a hora de partir por estas terras e seguir as sombras de um passado que jamais seria lembrando de outra forma, as cores perderam o seu poder, e a luz do dia, tornou-se trevas uma última vez, quem irá recolher os cadaveres do caminho em que passam os verdadeiros homens? os homens que carregam a promessa de um novo dia, homens que lutaram para construir a verdadeira lealdade e amizade, reconheçendo seus semelhantes como grandiosos e poderosos sobre um mundo caido?
Nós poderemos fazer isto, com toda a certeza por tudo o que guardamos em nosso coração, pela verdade e esperança que carragamos dentro de nós, pelo desejo de um novo alvorecer, pelo desejo de cantar mais uma vez o hino da vitória, e trasformar o choro de agonia em algo mais belo e claro, como a luz que chega em nossos olhos nos primeiros e mais belos segundos do raiar do dia...
"E onde está a minha lealdade senão aqui?"
eu falo de lealdade, eu falo de amizade, e você me pergunta até onde vai a minha dignidade para assumir as condições sobre isto, até onde irá a minha leadade diante dos perigos que irei enfrentar e se estarei pronto para seguir com estas afirmações, e eu lhe digo
a minha lealdade ultrapassa o seu desejo de fugir e deixar tudo como está, devidamente destruido, a minha dignidade traspassará o seu coração, mesmo que esteja protegido a ouro e adornado com pedras preciosas, até mesmo um ladrão seria reconhecido se fosse leal a seus companheiros, em uma guerra onde não se pode vencer só, o mais certo é construir uma sociedade, pura e casta, que traga a todos um novo olhar ao mundo e mesmo que eu não tenha isto, mesmo que não tenha vivido em meio a guerra, e a desolação deste pequeno universo, trago em mim a confiança e o desejo de ser leal a meus companheiros que são leais a mim, trajando vestimentas feita para reis, mas que só os puros de coração podem ver e entender o real sentido para isto, enquanto estiveremos juntos, confrontaremos a tudo e a todos e sairemos vitoriosos, em batalhas de vida ou morte triunfaremos, em todo e qualquer espaço estaremos presentes, e faremos com que saibam de nossas conquistas sobre este lugar, e se algum dia cairmos sobre qualquer mal desta terra, todos saberão que aqueles que cairam, antes disto, lutaram com bravezas e que estenderam a sua mão amaldiçoando a causa, e assim, será contada a história de homens que mesmo em tempos de traição, zelarão e reinaram sobre este pequeno mundo, a história da sociedade mais duradoura que se ouviu falar...
em verdade vos digo, o mundo não conseguirá igualar-se a força destes nobres de coração e puros de espirito que seguem, firmes e livres...
Longa vida aos reis que não se prostraram diante da escuridão, uma longa vida aos que reagiram e seguiram pelas terras do norte.
porque a lealdade ainda vive e brilha como o sol em nossos corações!


a Boromir e sociedade do anel eu dedico este texto, não tão grande quanto os homens deste mundo, mas tão nobre quanto o coração de Boromir e Aragorn, aquele que temia os dias obscuros desta terra...

Um comentário:

  1. Nós somos o alvorecer ;*

    aos os nobres eu dedico minha admiraçao maciça, e seus atos minha eterna lembrança
    =D

    Boromir e Aragorn como personagens que sao, expressam a vontade de cada homem de conquistar o maior valor em vida, a honra, valor esse que em tempo de excução se faz vergonhoso aos normais...
    diferente de nós...

    trifoda mermao =D

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