cadeira de balanço
um cigarro que teima em falhar
A vida de um velho conselheiro do mar
sinais de desgaste adquiridos por viagens
de instinto e intuição
tempestades furiosas
sentindo-se triste ao navegar
marinheiros comandantes
sem confiança de encontrar
luzes brancas e esperança
na baía da ilusão
neste mar de perdição
só um canto a mais no mar
um canto de solidão
e tremenda incerteza
acompanha os solitários
escolhidos por nobreza
E quem dirá
que foi tudo em vão?
que foi perca de tempo
se naquele coração já cansado de tanto bater
ainda existe a verdadeira vontade
de por estes mares mais uma vez passear
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